E que pensem, eu não me importo
e que falem, que eu suporto
tenho você e isso me interessa
vem sem medo, vem sem pressa.
Traz o amor, ele é bem vindo
a porta está aberta e você não precisa de convite
Vem ver a lua da janela do meu quarto
espalha pela casa o teu cheiro,
na minha roupa o teu desejo,
no meu corpo, teu doce beijo.
Pode entrar e traz o amor, ele é bem vindo...
entre e tranque a porta pelo lado de dentro.
março de 2011
Naty Sena
segunda-feira, 28 de março de 2011
sexta-feira, 11 de março de 2011
Poema de volta pra casa
Me venho embora pra casa
Uns moleques brincam de bola
E o céu é um borrão de Salvador Dalí
Eu vou pela trilha da praça
A grama é fria como o meu coração
Umas garotas vão à igreja
E o céu é uma tenda sobre uma lixeira
As pedras são obstáculos insignificantes
Já as dúvidas...torturam-me!
Os pássaros sumiram
E o céu desabou com toda força
Sobre minha excentricidade.
23.03.08
Bruno Teixeira Barreto
Uns moleques brincam de bola
E o céu é um borrão de Salvador Dalí
Eu vou pela trilha da praça
A grama é fria como o meu coração
Umas garotas vão à igreja
E o céu é uma tenda sobre uma lixeira
As pedras são obstáculos insignificantes
Já as dúvidas...torturam-me!
Os pássaros sumiram
E o céu desabou com toda força
Sobre minha excentricidade.
23.03.08
Bruno Teixeira Barreto
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Sobras da vontade
Que me resta agora:
Saudades de ti?
Donde me veio tão belo sentimento
Bem-querer?
Toda uma paixão que poderia ter sido
Mas que até agora não foi!
Que me resta agora:
O arrependimento?
Este incoveniente necessário!
Isso machuca, não o digo por fraqueza
Isso realmente machuca, embora eu queira enganar-me
Que me resta agora? (ecoa)
23.03.08
Bruno Teixeira Barreto
Saudades de ti?
Donde me veio tão belo sentimento
Bem-querer?
Toda uma paixão que poderia ter sido
Mas que até agora não foi!
Que me resta agora:
O arrependimento?
Este incoveniente necessário!
Isso machuca, não o digo por fraqueza
Isso realmente machuca, embora eu queira enganar-me
Que me resta agora? (ecoa)
23.03.08
Bruno Teixeira Barreto
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