O barquinho partiu
Mas partiu pelo azul
E o verde do rio
Os pescadores voam e os homens
Cochilam tranqüilos
O barquinho sumiu no horizonte
Barrento
Pra quem fica a cidade parece lembrança
Os homens navegam
E as árvores passam tranqüilas
O barquinho chegou no destino
E atracou no pé da serra
A carga dos homens ficou
Com a força bruta no chão de terra
E o barquinho no porto deixou
Vida pura, sonhar, ilusão.
Bruno Luan Teixeira Barreto
06/2009.
quinta-feira, 25 de junho de 2009
Esperada
A espera é longa, pois que se faz num ano
Um decênio, e num minuto, inúmeros lamentos
Vem-me aflorar como se fosse engano
E a torturar-me a’ngústia o pensamento
Desde que minto escrevo muita coisa
No ar, na folha ou mesmo em vida crua
Que, pois, andando falo à brisa à lua
Quanta vontade de paixão me toma!
Repito os dias todos os mesmos olhares
Peço que se, por favor, me notares
Mais do que a luz do teu sorrir me dê!
Mesmo que cega, surda, morta esteja à fala
Não sairá da minha boca uma palavra
Qualquer sinal de mal contra você.
Bruno Luan Teixeira Barreto
06/2009.
Um decênio, e num minuto, inúmeros lamentos
Vem-me aflorar como se fosse engano
E a torturar-me a’ngústia o pensamento
Desde que minto escrevo muita coisa
No ar, na folha ou mesmo em vida crua
Que, pois, andando falo à brisa à lua
Quanta vontade de paixão me toma!
Repito os dias todos os mesmos olhares
Peço que se, por favor, me notares
Mais do que a luz do teu sorrir me dê!
Mesmo que cega, surda, morta esteja à fala
Não sairá da minha boca uma palavra
Qualquer sinal de mal contra você.
Bruno Luan Teixeira Barreto
06/2009.
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