O toque gélido do
Nervosismo arrepia-me os pêlos.
Estremece-me os dedos tortos e suados
E a vertigem me confunde os sentidos
A brisa ardente do
Sussurro atiça-me os
Instintos
E o vermelho-sangue mancha-me
A face em chamas dançantes
Ao som doce, levemente rosado
Pelo Sol poente do
Coração-brasa-sonhador
O toque silencioso
Pele na pele
Queima-me todo
Em tons rubros
Flamejantes
Atenuados pelas cores frias da
Lua
Lua – exímia observadora
Das paixões multicoloridas.
20/09/07
Bruno Luan Teixeira Barreto
2 comentários:
A melhor das últimas postagens...
a sinestesia é a mágica da poesia...
é o que faz tudo ficar paralisado frente ao que está sendo lido...
perfecto!
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